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14 April 2010 @ 06:26 pm
Olha só você assim
tão triste e tão só
veja ao seu redor, seus amigos quanta riqueza
Não se esqueça do que você tem
Não pense no que lhe falta agora, não

Conseguindo mudar essas palavras
Tudo seria bem mais fácil pois não
se esqueça o infinito está perto
o impossível é questão de tempo
e você falou que o tempo estava acabando

Sei que está lembrando como foi bom
e sei como é
se pergunta o é agora, mas
lembre que viver é difícil, mais fácil existir

--

Incrível como, mesmo sem querer, mesmo a longas distâncias, meus amigos sempre sabem o que dizer na hora certa p/ me tirar do fundo do poço.
 
 
18 February 2010 @ 08:19 pm
Depois de ver o filme Percy Jackson e o Ladrão de Raios no domingo, acabei comprando o livro e comecei a ler hoje.

Basicamente a série vai contar a história de Percy, que é um semi-deus, como o nome da série sugere os deuses em questão são os gregos.

A primeira página me irritou, teve um começo a là Desventuras em Série (que me decepcionou a partir do 3º livro), mas depois o livro foi melhorando.
Ainda estou em pouco menos da metade, mas a impressão inicial é que tem tudo para ser um novo Harry Potter, o personagem principal {ATENÇÃO A PARTIR DAQUI DAREI ALGUNS SPOILERS) é o típico herói que teve uma infância trágica, um dia quando se tornou impossível esconder a "verdade", ele foi levado para um lugar onde vivem pessoas iguais a ele (outros semi-deuses) e lá ele se descobre ainda mais especial do que esperava.

A semelhança com o menino-bruxo chega a ser óbvia, mas isso não diminui a diversão de ler o livro, pelo contrário até, me deixou esperançoso de me viciar em uma nova série como Harry Potter me fez, esperar ansioso pelas novas publicações e correr atrás dos livros que já haviam saido. Claro que sou parcial aqui, pois mitologia grega sempre me despertou interesse, outras pessoas podem não gostar e se staisfazer com as várias referencias mitologicas do livro como eu.

Fora isso o livro é meio infantil em alguns pontos, bem no estilo dos 2 primeiro livros de Harry mesmo, e o livro é fácil de ler, fluido e sem muita descrição. Para quem gosta do estilo, eu recomendo.
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30 January 2010 @ 09:54 pm
So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters

Never opened myself this way
Life is ours, we live it our way
Hold these words I don't just say
And nothing else matters

Trust I seek and I find in you
Every day for us something new
Open mind for a different view
And nothing else matters

Never cared for what they do
Never cared for what they know
But I know

So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters

Never cared for what they do
Never cared for what they know
But I know

I never opened myself this way
Life is ours, we live it our way
Hold these words I don't just say
And nothing else matters

Trust I seek and I find in you
Every day for us something new
Open mind for a different view
And nothing else matters

Never cared for what they say
Never cared for games they play
Never cared for what they do
Never cared for what they know
And I know, yeah

So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters

--

Tem músicas que cabem perfeitamente em determinados momentos!
Alias vou ouvir essa ao vivo amanhã \o/
 
 
09 January 2010 @ 04:51 am
Ah a saudade...
A saudade é a vontade de quebrar distâncias
As vezes é necessária e até gostosa
As vezes é uma dor fina no coração
É gostar de algo ou alguém que não está por perto
As vezes é sentir falta do que tivemos por muito tempo
As vezes é sentir falta do que nunca tivemos, mas sempre imaginamos
É não se sentir completo
As vezes é querer ver ou ouvir
As vezes é querer tocar e sentir
É lembrar
As vezes sorrir
As vezes chorar

A saudade é mais um conceito indescritível do coração
 
 
05 December 2009 @ 11:09 am
Saudade dos tempos que eu escrevia mais e melhor hehe
Até dos versinhos fake (eu tava matando o tempo lendo meus posts antigos aqui).

É impressionante como tem posts que eu penso "fui eu quem escreveu isso..." tanto p/ o bem quanto p/ o mal as vezes hehe.

Me pergunto se todo mundo passa por isso.
 
 
 
01 December 2009 @ 07:57 pm
Acho impressinante minha capacidade de dar voltas e voltas e voltas e no final perceber que nunca sai do lugar e isso acontece em tantos aspectos da minha vida que as vezes chega a ser irritante.
Pode ser que isso aconteça com todo mundo, não sei, mas o fato disso ser uma constante na minha vida me incomoda. Eu até tento mudar, mas nem sei direito como tentar, ou se a suposta tentativa estaria funcionado.
 
 
13 October 2009 @ 06:48 pm
Eu adoro séries e anime, gosto muito mesmo, mas quando elas terminam fica uma sensação de vazio, as vezes tão grande, que eu chego a pensar se eu não sou anormal mesmo.

Eu me lembro quando Friends terminou, foi a primeira série q exigiu dedicação real minha. Eu comecei a gostar quando Friends tava saindo da Sony e indo p/ Warner (não lembro bem quando) e teve super maratona. Eu via direto (tava de férias se não me engano), era umas 4h por dia de friends, depois quando estreou na warner teve maratona denovo e eu assistia sempre que podia. O tempo passou e com a dificuldade de acompanhar pela tv comecei a baixar (junto com Davi). Depois de tanto Friends o final da série ficou como um buraco, mesmo ainda vendo (até hoje) no fundo eu sabia que não ia ter mais novidades de Friends na minha vida.

Isso não acontece só com séries, livros também. Harry Potter foi um choque e tanto, tipo acabou, nada mais? Foi muito triste, isso só não aconteceu com Tolkien pq eu continuei discutindo e falando e lendo até o ponto que nada mais havia p/ ser acrescentado que eu quisesse ler e discutir já que as pessoas com quem eu realmente converso nunca foram tão fundo quando eu.

As vezes até com jogos eu sinto isso, aconteceu quando terminei The World Ends With You (p/ DS), fiquei com a sensação de ter perdido alguma coisa.

Tou falando isso porque acabei de ver um animê (Tora Dora), é uma comédia romântica boba, embora bem legal. Depois de muito tempo fiz uma maratona, vi 25 episódios em 2 dias, a série acabou tão bruscamente quanto começou e agora fiquei com aquela sensação de quem comeu um bolo muito gostoso depressa demais. Nem deu p/ sentir o gostinho direito.

Esse é o problema de tudo que a gente faz que envolve conhecer e crescer com um personagem, acompanhar seu desenvolvimento, ver seus momentos de alegria, tristeza, dúvida, ver os problemas e vê-lo(s) superando tudo, as vezes vê-lo(s) não superando uma determinada coisa. E aí, uma hora, o problema acaba e The End. O que sobra? A sensação de um ter um conhecido que saiu da sua vida, que talvez vc nunca tivesse sido realmente próximo, mas vc sabia tanto sobre ele que vc gostaria de saber ainda mais e mais, até que ou eu enjoasse dele ou até o meu próprio The End.

PS.: Vcs sabem que eu sou dramático!

 
 
21 September 2009 @ 05:03 pm
Tem coisas que eu faço faz anos e não adianta, morro de vontade de fazer, mas infelizmente a falta de tempo tem me impedido.

A maior delas é ver anime.
Faz bem um mês que não vejo um episodiozinho sequer (o que me fez voltar a vida de ler mangá que é algo rápido e engloba as mesmas histórias, por vezes melhores, que os animês, embora eu prefira este último).

Além de animês, minha vida de jogos anda bem comprometida também, mas eu sempre aproveito um tempinho p/ jogar.
Os maiores contribuidores p/ isso são a portabilidade do DS, não preciso ir até a sala ligar o Wii (coisa que não faço faz um bom tempo também), não preciso sequer estar em casa. Seja nas aulas vagas, no quarto, no carro, todo lugar e todo tempinho livre é bom momento p/ DS (menos bus q eu ainda guardo algum receio).

Outro fator p/ eu jogar muito são meus roomies (Gal e Tom), que como eu gostam de jogar. Gal se dedica ao Doutorado o que dá a ele uma certa flexibilidade de horário e Tom no momento esstá desempregado (o que lhe dá muita flexibilidade de horário) e quando junta isso a gostos em comum, pronto um vício nasce aí, o mais atual é Age of Empires III.

Um último fator é a convivência com o pessoal do Mackenzie, nerds como eu, porém mais novos.
Eles ainda não trabalham ou estagiam (embora estejam começando a buscar isso), então tem muito tempo p/ jogar e mais ânimo que eu p/ descobrir jogos novos (Tom tbm se enquadra nisso de descobrir jogos novos). Então eu começo a ter vontade de jogar os jogos que eles fazem propaganda.

Além de Age of Empires III, já bem conhecido (creio), eu estou jogando Devil Survive (DS), meu vício fora do computador, apresentado pelo pessoal da faculdade, um RPG bem interessante onde vc decide se seu personagem vai ser bom, mal ou neutro (o jogo tem 5 finais que dependem dos caminhos que vc tomar).

Outro de PC é Breath of Fire IV que eu ressucitei recentemente, Ryu (protagonista) é um dos últimos dragões vivos e precisa impedir que um imperador dragão ancestral que acordou depois de 1000 anos (acho que é 1000) domine o mundo.

Voltando p/ DS eu jogo Crazy Machines um jogo tipo puzzle em que o cenário vem montado e eu preciso usar as ferramentas disponíveis p/ cumprir um certo objetivo (tipo levar a bola até a área marcada ou apagar uma vela), sendo que p/ isso é preciso criar um sequência certa de eventos. Esse jogo é bom quando só quero jogar uns 5 minutos e pronto, outro assim é Mario vs Sonic nas Olimpíadas, eu jogo um evento e paro.

Na faculdade, nas [raras] aulas vagas a galera se junta p/ jogar Mario Kart, eu só jogo assim em grupo, fica muito mais legal.

Outro de DS é Professor Layton e a Caixa Diabólica, um jogo meio infantil, mas é divertido, vc controla o prof. Layton e seu assistente Luke que precisam resolver o assassinato do mentor do prof. Layton, o jogo é baseado em enigmas que vc tem que ir resolvendo p/ avançar, desde coisas simples como quebra-cabeças até alguns enigmas um pouco mais complexos.

Do mundo online temos www.jamlegend.com/ e www.ogame.com.br, o primeiro é uma versão de Guitar Hero, é divertidinho o segundo (que faz um tempo que eu não jogo) você controla um planeta e tem que fazer suas contruções e criar sua frota p/ se defender.

Além desses jogos que eu tenho acesso fácil, eu ainda jogo Guitar Hero World Tour no Playstation 3 do Flávio de vez em quando e um ou outro joguinho no iphone de um amigo meu da faculdade.

Depois de escrever tudo isso eu realmente comecei a entender porque não tenho mais tempo p/ ver animês hehe
 
 
08 September 2009 @ 01:39 pm
Eu gostei muito desse feiradão.

Na sexta eu acordei semi-ansioso, com uma pitada de desanimo por causa das pessoas que iriam vir e acabaram não vindo, mas mesmo assim Coxinha tava no caminho.
Eu esperava ele por volta das 7am, mas deu 8h e ele não deu notícias, fui p/ facul e só recebi confirmação da chegada do Coxa por volta das 10h am.

Depois da aula (aprendi a fazer, programaticamente, um carrinho andar) fui almoçar com os meninos na Tenda Paulista e depois peguei uma carona até o estágio.
No estágio foi tranquilo, trabalhei normal, 5h pm mais ou menos, fui liberado.

Faltei o tenis (liguei p/ avisar, assim posso remarcar a aula), fiquei com os meninos até a hora de sair.
Íamos no Velhão, um "complexo" de coisas (tipo bares e lojas). Pegamos a Bruna e fomos lá, passamos por uns locais meio... digamos... não muito legais no caminho, mas no final foi engraçado como todo mundo ficou nervoso hehe.

Chegamos bem no Velhão, muito legal o lugar, ficamos no bar com jogos (onde o pessoal da Valinor apareceu, pois era véspera de encontro Nacional e eles sempre vão lá na véspera do ENV), jogamos perfil (perdi pq me roubaram ¬¬), dominó (Bruna ganhou numa cagada master) e Imagem & Ação (definitivamente não era meu dia =p), isso tudo enquanto bebiamos e conversavamos. Eu gostei muito de lá, mas considerando a distância não é algo que valha taaanto a pena.

No dia seguinte acordamos tarde, matamos um pouco o tempo e a ressaca em casa e fomos comer no Dueto (muito bom lá), depois fomos jogar Boliche, o lugar era meio ruim (tou sendo bonzinho), mas deu p/ se divertir, apesar da máquina ter quebrado hehe. Depois de jogar fomos no bar Genial, comemos coxinha (o salgado mesmo =p) bebemos chopp e depois voltamos p/ casa.

Depois de descansar um pouco nos arrumamos e fomos para o Jazz nos Fundos, uma "caragem" com ambiente de meia luz onde uma banda de jazz tocou, muito bom mesmo o show e o lugar. Voltamos p/ casa umas 2h am.

Mais uma vez acordamos tarde e ressacados. Depois de muita conversa e indecisão de onde comer resolvemos ir no Bixiga o bairro italiano. O lugar q fomos chama La colchetta (ou algo do tipo), com música típica (e não típica tbm) e bandejas sendo jogadas no chão p/ animar a galera. Nos empaturramos, Coxa comeu tanto que passou mal.

De lá fomos na casa da Bruna onde encontramos ela e as irmãs, conversamos um pouco e depois elas foram se arrumar. De lá fomos no cinema ver Up 3D (muito bom por sinal), a Laura ficou emocionada com o filme =p
Depois de Up fomos iniciar uma cruzada em busca de um lugar legal p/ ir (já devia ser perto de meia-noite), depois de rodarmos um bocadinho, fomos parar no Omaley's (ou algo do tipo), onde rolou um rockezinho ao vivo, mas como a gente chefou tarde (pós 1h am), então durou pouco, dai ficamos só bebendo e conversando mesmo. Dai foi a vez de Bruna passar um pouco mal, levamos ela em casa e fomos p/ nossa casa, obviamente beber mais.

Depois da noite agitada, fui dormir, acordei cedo, fiquei lendo, até Tom e Coxa acordarem. Dai fomos até a av. Paulista de carro e pegamos o metrô (Coxinha tinha q conhecer afinal) até o centrão, passeamos na 25 de março, fomos no Mercado Municipal, comemos sanduiche de mortadela, depois fomos na Liberdade.

Lá tava tendo aqueles shows de tambores japoneses, em comemoração aos 40 anos das "cidades irmãs São Paulo - Osaka", foi emocionante, Tom até chorou =p (só o Tom mesmo, e por uma razão meio inexplicável hehe). Demos uma volta na liberdade, tomamos picole de melão e voltamos p/ casa. Coxa se arrumou p/ ir embora, fomos deixar ele em Congonhas. Foi uma despedida rápida, mas quando as pessoas vão embora sempre me bate uma tristeza.

Depois fomos na casa Bruna matar o tempo e o resto da noite, joguei Tomb Raider no playstation 3 do pai dela, depois vimos Blade Runner Blue-ray, dai fomos deixar as irmãs da Bruna (que tavam passando o fds com o pai) na casa delas mesmo e depois voltamos p/ casa dormir.

Em resumo um ótimo fim de semana/feriadão.
Agora é voltar p/ realidade pq eu tenho toneladas de coisas p/ estudar! hehe
 
 
30 January 2009 @ 09:27 am
Imaginem o seguinte:

Você vive na Terra, mas uma Terra sombria e depressiva. Burocratas são corruptos, jovens estão perdidos em seus caminhos, os ricos são escravos do dinheiro, os prédios gigantescos afastam e isolam as pessoas, as ruas não são confiáveis, seja dia ou noite, cada canto da cidade é permeado de perigos e loucuras. Pior ainda fora das cidades, campos escuros e frios, florestas densas e cheias de sons enlouquecedores. Este é o mundo das trevas um mundo em decadência moral.

Você vive nesse meio, vivendo sua vida como pode, sempre se perguntando como chegaram a esse ponto, sempre se questionando sobre a realidade das coisas. Então você conhece alguém que parece ter as mesmas questões, ele se torna seu amigo, te ensina coisas que você nunca imaginou, então um dia ele começa a fazer uma séries de perguntas e testes. Então tudo munda.

Como que tragado num redemoinho confuso e psicodélico, você passa a sentir as coisas de forma diferente, passa a ver um cheiro, a ouvir um toque frio em sua pele. As coisas não são mais o que parecem, uma fina teia percorre toda a realidade, você está aqui e em todo lugar ao mesmo tempo, você vê o hoje e o ontem misturados com o passar dos segundos que parecem horas e sente o fogo te congelar como um trovão reluzente.

Então quando você está a beira da loucura, seus pensamentos começam a se ordenar, seu amigo toca seu ombro e fala "parabéns, você acabou de despertar para a realidade".

Isso mesmo, a realidade, tudo que você sentiu foi uma mistura de todos os seus dons, conhecidos como esferas. Seu amigo te explica que a realidade é como um tecido, de longe vemos apenas o todo, mas quando nos aproximamos dela nos tornamos capazes de ver o emaranhado de fios que lhe dão forma e somos capazes, também, de manipulá-la.

Essa é a sina de um Mago, sim um Mago, é isso que você se tornou, um ser capaz de manipular a realidade a seu bel prazer, em suas mãos está a responsbilidade de guiar o mundo e seu destino para Ascensão, o grande final, ninguém realmente sabe o que é, mas todos os Magos dizem saber.

Não será um jornada fácil, enfrentamos os Tecnocratas que buscam um padrão imutável, os Nefandi, magos corruptos que decairam em suas trevas, Vampiros, criaturas malignas que alimentam-se de poder e sangue, e acima de tudo enfrentamos o paradoxo, o choque entre a realidade mundana, esse em que você vivia e muitos ainda vivem (e viveram até o fim) e a realidade dinâmica, a nossa realidade, sempre mutável. O paradoxo é nosso inimigo, criado pela descreça de todos os não-Magos, conhecidos como Adormecidos, o paradoxo impede a execução da mágica verdadeira ou mágika e por vezes causam consequências catastróficas.

Mas não se preocupe, você não está sozinho, muitos lutarão ao seu lado, alguns são forçados a isso e outros o farão de boa vontade, esses fazem parte do Conselho dos Nove, composto pelas 9 Tradições, grupos com uma visão e filosofia em comum. Mas independente de sua Tradição, você deve ter apenas uma sempre em sua mente, a Ascensão.

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Ficou meio grande, mas é uma introdução simplezinha do universo de Mago: a Ascensão, o mais aberto dos cenários de Storyteller (vulgo Mundo das Trevas) e companheiro de Vampiro: a Máscara e Lobisomem: o Apocalipse.

Mago tem um Q muito grande de Matrix (mas o rpg é anterior aos filmes), pois ambos tratam da realidade como uma mentira, digamos assim.
Em Mago as magias são baseadas em esfera de controle, cada esfera manipula algo diferente da realidade.
Correspondência - manipulação do espaço físico
Matéria - manipulação das substâncias inorgânicas
Forças - manipulação de elementos da natureza (fogo, eletricidade, calor, frio, luz, etc)
Entropia - manipulação das probabilidades
Vida - trata de tudo que se refere a substâncias orgânicas
Espírito - trata do que se refere ao espírito próprio ou de outros, vivos ou não
Mente - manipulação e descoberta dos segredos da mente humana
Tempo - duh
Cada mago é melhor ou mais habituado a uma das esferas (isso tá ligado a Tradição, em geral), o uso real que é dado a cada esfera depende do jogador, bem como combinações de poder. Dessa forma a magia é livre e criativa e não estática como em D&D, por exemplo. Claro que certos efeitos podem ser mais difícies de fazer dependendo do ambiente e de seu conhecimento mistíco, enquanto em D&D o que muda é como fazer.

Existem 4 grupos inimigos entre si em Mago.
tópico O Conselho dos 9 ou das 9 Tradições:
São os grupos/clãs/tribos/organizações de Mago, são elas:
Irmandade de Akasha - Prega a disciplina e auto-conhecimento como via da Ascensão
Coro Celestial - O Uno (aka Deus) irá levar todos a Ascensão
Eutanatos - Entender a morte é o caminho p/ Ascensão
Ordem de Hermes - Estereótipo de mago, estudiosos e acadêmicos da mágika
Oradores dos Sonhos - São os xamãs e/ou pajés
Verbena - Esteriótipo das bruxas da idade média
Filhos do Éter - cientistas e invetores, unem a ciência a mágika
Adeptos da Virtualidade - usam a tecnologia como meio para Ascensão, parecidos com Filhos do Éter, mas menos otimistas e mais rebeldes.
tópico Tenocracia:
Uma organização de magos que a ciência como a verdadeira Ascensão, mas quer impor sua visão pela força e padronizar o mundo sob sua óptica, são conhecidos como Magos Estáticos
tópico Desauridos:
O extremo inverso da tecnocracia, são magos do caos, acreditam que cada um deve fazer o que quer, independente das consequências.
tópico Nefandi:
Sucumbiram as trevas e agora só tem um objetivo, a destruição de tudo.

Bom, sei q pouca gente vai se interessar, mas é um dos melhores cenários, todo conflito da Ascensão, do mundo como ele é, os inimigos, tudo é muito bem construido. Lógico que eu não soube transparecer perfeitamente isso, mas completa o drama dos Vampiros (humano x besta) e dos Lobisomens (herança humana x vingança pela destruição da natureza).